Eu sinceramente não sei o quão vivo o Blogger está hoje em dia, pois vi apenas umas duas pessoas que postam quase que frequentemente. Ainda sim, eu, Luci/Ether/Virgil/Dante/Paradiso/Sei Lá, vou usar, em 2026, esse ano mesmo, e quem sabe, em 2027, 2028, 2029, etc. como um lugar onde eu vou compartilhar pensamentos pessoas e os krl a4, sendo brutalmente honesto, sem censura da minha opinião.
Para a primeira postagem, resolvi trazer minha hiperfixação do momento (que estava á todo vapor desde ano passado), o RPG de mesa!
Embora na ficção, RPG de mesa é mostrado como algo difícil de entender e "só pra nerd", eu, uma pessoa que adora imaginar, além de desenhar e escrever o que imagina, eu sempre me interessei. Minha primeira mesa foi em 2022, e meu primeiro personagem foi um Halfling (tmb conhecido como Hobbit) ladino. A escolha da espécie foi por causa que eu achei o conceito adorável, e a aparência adorável iria contrastar com a história e personalidade "edgy" do personagem. Infelizmente, apenas consegui jogar uma sessão. Tudo isso mudou em 2025 quando um webamigo do Facebook simplesmente me mandou uma DM lá perguntando se eu queria participar de uma mesa de Ordem Paranormal. Aceitei sem pensar duas vezes, e assim, surgiu Maya Leonhardt, uma menina órfã de 9 anos que encontrou família com os adolescentes do orfanato em que ela estava vivendo, além de adorar cachorros. A campanha de Maya acabou, mas o Mestre planeja fazer uma versão "Shipuuden" onde os jogadores que sobreviveram já estão mais crescidos.
Outros personagens que já joguei foram a Jana Kobayashi, que era de um Spin-off curto da mesa da Maya sobre prisioneiras em uma prisão feminina juvenil, e ela foi inspirada na Jolyne Kujo. Também temos um que é querido por muitos (inclusive eu, eu adoro ele, meu personagem favorito) e desquerido por outros: Dante Desmond Diaz! Um bardo humano trans sarado e alto (por que um bardo precisa ter músculos e altura? Sei lá), eu jogo ele em duas mesas, mas eu considero a primeira mesa que coloquei ele "mais importante" pois...é a primeira, né? Além de que o Dante nessa mesa tem bastante coisas, um nível alto, a capacidade da dar dois golpes (por conta da subclasse) e um noivo metade orc fofíssimo (em personalidade, claro, porque em aparência...olha, que homem gostoso). Dante toca guitarra (sim, GUITARRA em FANTASIA MEDIEVAL, Xinyan andou para que Dante pudesse correr) e foi inspirado no Paul Stanley, da banda KISS. Temos o Salem de la Vigna, amigo e ex-colega de banda do Dante, que é um rapaz bondoso, mas ingênuo, tímido e medroso. Durante a campanha, ele iria ganhar mais confiança em si mesmo. Ele toca baixo. Temos a Anna, uma Grung (rãs antropomórficas em DnD) pistoleira. Ela foi adotada por humanos e trabalha como assassina de aluguel. Tem uma personalidade séria, mas sempre termina suas frases com "ribbit". Embora séria, ela age perto de seu crush, Kenshiro, um humano samurai, como uma adolescente apaixonada. E por último, mas não menos importante, temos a Min-seo. Ela é basicamente falando, o Dante só que mulher trans e no futuro (pois ela é do sistema de RPG Cyberpunk). Por conta disso, canonizei que ela tem algo a ver com ele, mas se é uma reencarnação ou uma descendente, ainda tenho que decidir. Será que ela consegue o próprio "Dagda", assim como o Dante, que fará ela ter vergonha na cara? Não sabemos ainda.
Mestrar? Estou planejando também. Planejei uma campanha de Ordem Paranormal por 2 anos que se passa numa escola japonesa nos anos 80, e os jogadores são membros de um Clube de Ocultismo. A campanha será gravada (mas não será uma live). Todos os jogadores tem seu próprio PNGtuber, incluindo eu. Acredito que vai ficar o máximo!
Enfim, RPG de mesa é algo muito importante pra mim. É terapêutico e me ajuda a imaginar melhor. Logo logo eu vou postar sobre meus personagens em si, detalhe por detalhe. Não acho que vai ser exatamente a próxima postagem, pois esses personagens tem muita coisa sobre.